Defensoria Pública de Minas Gerais

Igualdade e cidadania para todos


Defensora-geral participa de audiência na ALMG sobre participação feminina na política


Por Ascom em 12 de dezembro de 2017

A defensora pública-geral do Estado, Christiane Neves Procópio Malard, representou a Instituição na reunião da Comissão Extraordinária das Mulheres da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizada na segunda-feira (11/12). O encontro contou com a presença da ex-presidente da República, Dilma Rousseff, que foi convidada a falar sobre participação feminina na política.

A defensora-geral, Christiane Malard, estava acompanhada pelos assessores Institucionais, Diana de Lima Prata Camargos e Rômulo Luis Veloso de Carvalho.

Na 1ª fila: Rômulo de Carvalho, DPG e Diana Camargos

A ex-presidente destacou que 94% das pessoas que recebiam Bolsa Família durante o seu governo eram mulheres. Afirmou ainda que, das mais de 36 milhões de pessoas que saíram da pobreza extrema no País durante os governos do PT (2003-2016), 54% eram mulheres e 78% eram negros.

Assim, Dilma Rousseff reforçou a ideia de que as desigualdades sociais e econômicas são mais sentidas por alguns grupos, que precisam se unir para superar tais diferenças. Segundo a ex-presidente, as questões de gênero e raça não podem ser separadas das questões sociais e econômicas.

Ex-presidente, Dilma Rousseff

A ex-ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci de Oliveira, afirmou que a violência contra a mulher tem aumentado. Para ela, o atual governo vem promovendo um desmonte nas políticas públicas para o enfrentamento desse problema.

A ex-ministra das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes, disse que percebe um agravamento da pouca representatividade das mulheres na política institucional.

Para a coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher (Nepem-UFMG), Marlise Mattos, a ex-presidenta Dilma Rousseff foi retirada do poder de forma violenta.

A presidente da comissão, deputada estadual Marília Campos destacou o protagonismo das mulheres na luta contra o impeachment de Dilma Roussef e contra as reformas que se seguiram. Disse, ainda, que na ALMG há uma demanda para aumentar o poder das mulheres nas discussões e falou sobre a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 16/2015, que pretende garantir que pelo menos um lugar na Mesa Diretora da Casa seja destinado a uma mulher.

A deputada Geisa Teixeira, vice-presidente da comissão, salientou a baixa representatividade feminina nos parlamentos municipais, estaduais e nacional e disse que é preciso reverter esse quadro.

Fonte: Ascom / DPMG, com informações da ALMG (12/12/2017)



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