Defensoria Pública de Minas Gerais

Igualdade e cidadania para todos


Defensora pública conta história e propõe reflexão no “Sala de Espera” desta terça (20/09)


Por Ascom em 20 de setembro de 2016

De forma lúdica e utilizando uma história como metáfora, a defensora pública e assessora Institucional, Diana de Lima Prata Camargos, abordou o tema “Relações Interpessoais”, na edição do Projeto “Sala de Espera – Oficinas de Cidadania” desta terça-feira (20/09).

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Defensora pública, Diana de Lima Prata Camargos (à direita), acompanhada pela coordenadora do projeto, defensora Eliane Medeiros

A defensora pública contou a história de um príncipe muito feliz que, um dia, ao cavalgar e sem perceber, entrou nas terras de outro reino. Ao encontrar o rei, foi informado que seria punido com a morte, a menos que o príncipe conseguisse responder satisfatoriamente a uma pergunta que seria formulada pelo rei. O rei informou que ele teria 24 horas para responder. O príncipe aceitou o desafio e o rei, após relatar que já tivera várias mulheres, porém fora abandonado por todas, perguntou a ele: “o que as mulheres mais querem da vida?”. O príncipe tentou duas repostas que diziam respeito a coisas materiais, mas o rei não ficou satisfeito, pois ele já havia presenteado suas mulheres de várias formas e, mesmo assim, todas o abandonaram. O príncipe decidiu, então, voltar para o seu reino e consultar um ancião muito sábio. O ancião, por sua vez, disse que não tinha esta resposta e indicou um longo caminho que o príncipe deveria trilhar para encontrar uma pessoa que poderia respondê-lo. Ao chegar ao local indicado, o príncipe encontrou uma bruxa. E, como todas as bruxas, ela era muito feia. O príncipe fez a pergunta à bruxa, que disse que lhe daria a resposta, com a condição de que ele se casasse com ela, quando retornasse ao seu reino. Sem alternativa, o príncipe aceitou a proposta da bruxa, que respondeu que o que as mulheres querem é respeito. O príncipe voltou e repassou a resposta ao rei, que decidiu tentar aplicar para ver se funcionava, liberando assim, o príncipe para voltar a seu reino. Lá chegando, o príncipe cumpriu sua promessa e casou-se com a bruxa. Na noite de núpcias, ao voltar do banho, deparou-se com uma belíssima donzela em sua cama. Espantado, perguntou onde estava a bruxa que ele lá deixara. A donzela respondeu que ela era a bruxa e que, com seu poder, se transformaria em bruxa por 12 horas e, depois, em donzela, por 12 horas. Disse para o príncipe escolher se ela deveria ser bruxa durante a noite ou durante o dia. Depois de refletir, o príncipe disse que a bruxa poderia decidir. Dormiram um sono profundo e longo, o príncipe e a bruxa ainda na forma de donzela. Ao acordar, o príncipe percebeu que havia se passado mais de doze horas e, para seu espanto, a donzela ainda estava ao seu lado. Perguntou-a sobre o motivo que ela ainda não havia se transformado em bruxa. Ela respondeu: “Você respeitou o meu desejo na forma de conduzir a minha vida, por isso, decidi ser donzela o tempo todo”.

Após contar a história, a defensora pública, Diana Camargos, convidou os assistidos para, a partir do conto, fazerem uma reflexão sobre seu comportamento no relacionamento com os pais, com os filhos e com as pessoas mais próximas. A defensora ressaltou a importância de se respeitar as diferenças e que cabe a cada um de nós aplicarmos, no dia a dia, nas relações interpessoais, o respeito, a igualdade e a educação que queremos.

Como é feito ao final de cada edição do “Sala de Espera”, a defensora pública, Eliane Medeiros, indagou aos assistidos sobre a relevância e utilidade do projeto, ao que todos responderam positivamente.



Transparência

O que é?

O objetivo dessa sessão é permitir o acesso transparente, rápido e fácil aos documentos e informações relacionadas à Execução Orçamentária e Financeira, Licitações, Contratos e Convênios.

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