Defensoria Pública de Minas Gerais

Igualdade e cidadania para todos


Defensoria Pública de Minas Gerais adere ao Programa “Mulher, Viver sem Violência”


Por Ascom em 15 de outubro de 2013

No dia 10 de outubro, a defensora pública geral do Estado de Minas Gerais, Andréa Abritta Garzon, representou a Instituição na cerimônia de assinatura do termo de adesão do Estado ao programa “Mulher, Viver sem Violência” promovido pelo governo federal, por intermédio da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.


No dia 10 de outubro, a defensora pública geral do Estado de Minas Gerais, Andréa Abritta Garzon, representou a Instituição na cerimônia de assinatura do termo de adesão do Estado ao programa “Mulher, Viver sem Violência” promovido pelo governo federal, por intermédio da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.

O termo visa à consolidação e fortalecimento do Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e, além da Defensoria Pública mineira, tem a adesão também do Governo de Minas, do município de Belo Horizonte, Tribunal de Justiça e Ministério Público.A DSC 0258
Defensora pública geral, Andréa Abritta (2ª posição, à esquerda), compõe a mesa de honra do evento

Assinaram o documento a ministra de estado, chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Leonora Menicucci; o governador do Estado de Minas, Antonio Anastasia; a defensora pública geral de Minas Gerais, Andréa Abritta Garzon, o procurador-geral de justiça, Carlos André Mariani Bittencourt; e o secretário municipal, José Valadão; que representou o  prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda.A DSC 0272
Ministra Leonora Menicucci e o governador Anastasia acompanham a assinatura da defensora geral

Em conjunto com o Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, o programa visa articular o atendimento integral das vítimas por meio de serviços públicos de segurança, justiça, saúde, assistência social, acolhimento, abrigamento e orientação para trabalho, emprego e renda reunidos em um único espaço: a Casa da Mulher Brasileira, que será instalada em cada capital do país.
Além da equipagem e manutenção da Casa da Mulher Brasileira, o programa “Mulher sem Violência” é formado por mais cinco eixos estratégicos: transformação da Central de Atendimento da Mulher – Ligue 180 em disque-denúncia; organização dos serviços da saúde e na coleta de vestígios de crimes sexuais; criação de seis centros de atendimento em fronteiras secas para o tráfico de mulheres; campanhas continuadas de comunicação para prevenção da violência; e unidades móveis para o acolhimento de mulheres rurais.
Durante a solenidade, a ministra Leonora Menicucci falou sobre o Programa e sobre as políticas públicas que têm sido desenvolvidas pelo governo federal em relação à proteção das mulheres vítimas de violência.
O governador Antonio Anastasia declarou que “toda violência é abominável, mas, certamente, a violência contra a mulher é mais abominável ainda. É necessário reverter o quadro da violência e incutir na sociedade a mentalidade da paz”. Anastasia ressaltou a importância da iniciativa do governo federal e dos papeis que cada instituição desempenhará no programa. O governador falou ainda sobre as iniciativas que o estado vem adotando nos últimos anos com o objetivo de proteger os direitos humanos, com ênfase especial para a questão da mulher.
Participaram também do evento líderes e mulheres participantes da Federação do Trabalho na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg) de diversas regiões mineiras.A DSC 0348
Defensora geral Andréa Abritta e a ministra chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Leonora Menicucci

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Andréa Abritta acompanhada pelo governador do estado Antonio Anastasia

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Defensora geral, Andréa Abritta; ministra Leonora Menicucci; coordenadora Especial de Políticas Públicas para Mulheres do Estado de Minas Gerais, Eliana Piola; e outras mulheres representantes de instituições da rede de proteção à mulher conhecem uma das unidades móveis de acolhimento e atendimento que funcionarão em áreas rurais
Fonte: Ascom / DPMG (15/10/2013)


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