Defensoria Pública de Minas Gerais

Igualdade e cidadania para todos


Dia de Luta da População de Rua tem atendimento jurídico da Defensoria Pública


Por Ascom em 21 de agosto de 2017

A defensoria Pública participou na sexta-feira, dia 18, do Dia de Luta da População de Rua, promovido pelo Movimento Nacional da População de Rua (MNPR), na Praça Rio Branco (Praça da Rodoviária), no Centro da Capital. Prestaram atendimento jurídico os defensores públicos Júnia Roman Carvalho, Irma Luzia Reis e Vladimir de Souza Rodrigues, em atuação na Defensoria Especializada de Direitos Humanos, Coletivos e Socioambientais (DPDH); Galeno Gomes Siqueira e Alenize Correia Silva Lopes, em atuação na área Criminal da Capital, e Mariana Ladeira Vieira, em atuação na Execução Penal em Betim; além das servidoras do Centro Psicossocial, as psicólogas Milian Scos e Luciana Sousa Motta Metzker e a assistente social Eliana Cândida de Souza. Compareceram ao evento a coordenadora de Projetos, Convênios e Parcerias, Tífanie Avellar Carvalho e a servidora Marise Alves Ferreira.

Da esquerda para a direita, as defensoras públicas Tífanie Avellar Carvalho; Irma Luzia Reis; Alenize Correia Silva Lopes; as psicólogas Luciana Metzker e Milian Scos; as defensoras públicas Mariana Ladeira Vieira e Júnia Roman; a assistente social Eliana Cândida de Souza; e os defensores públicos Vladimir Rodrigues e Galeno Siqueira

A defensora pública Júnia Roman considerou a participação no evento “de importância, para estender os serviços da Defensoria Pública a uma parcela da população que enfrenta dificuldades para acessar os seus direitos e exercer a cidadania. Essa presença é importante por divulgar o trabalho da Defensoria Pública e a possibilidade de atendimento a essa parcela da população”.

 Já o defensor público Vladimir Rodrigues ressaltou que “buscar os segmentos da sociedade que enfrentam dificuldade para acessar os seus direitos é um movimento importante para consolidar o papel da Defensoria Pública como instrumento da cidadania. É importante ir aonde o povo está”, destacou.

 Por sua vez, a psicóloga Milian Scos frisou a visibilidade proporcionada pelo evento à população de rua. “Normalmente não são vistos pela sociedade que, na prática, os ignora, como suas carências e necessidades. Aqui eles têm a oportunidade de serem vistos como cidadãos de direito, sujeitos de direito, como qualquer outra pessoa”, salientou.

 O coordenador do Movimento Nacional da População de Rua, em Belo Horizonte, Samuel Rodrigues, afirmou que o evento foi o resultado da articulação de diversas instituições, que permitiram, além do atendimento prestado pela Defensoria Pública, a distribuição de roupas pelo Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e apresentações artísticas. Os presentes participaram de uma roda de conversa que discutiu o encaminhamento de reivindicações da população de rua junto às autoridades, e a necessidade de políticas públicas que atendam às necessidades desta parcela da população.

Atendimento da Defensoria Pública

Chacina

O Dia de Luta da População de Rua é comemorado em 19 de agosto, para lembrar a chacina de moradores de rua na Praça da Sé, região central da capital paulista, quando dez pessoas foram atacadas enquanto dormiam, em 2004. Das pessoas atacadas, duas morreram na hora, quatro no hospital e outras quatro sobreviveram. Em 22 de agosto do mesmo ano, um novo ataque aconteceu, quando cinco desabrigados foram agredidos e um morreu.



Transparência

O que é?

O objetivo dessa sessão é permitir o acesso transparente, rápido e fácil aos documentos e informações relacionadas à Execução Orçamentária e Financeira, Licitações, Contratos e Convênios.

saiba mais >