Defensoria Pública de Minas Gerais

Igualdade e cidadania para todos


DPMG participa da Parada Gay em Belo Horizonte


Por Ascom em 2 de outubro de 2013

Os defensores públicos Ana Cláudia Leroy, Cleide Aparecida Nepomuceno, Vladimir de Souza Rodrigues, Paula Regina Fonte Boa Pinto, Flávia Marcelle Torres Ferreira de Morais e Alexia Mara Teixeira de Souza, participaram, no último domingo (30/09), da 16ª edição da Parada do Orgulho LGBT de Belo Horizonte, cujo tema deste ano foi “Estado laico: sua religião não é nossa lei”. A manifestação reuniu, segundo a Polícia Militar, cerca de 15 mil pessoas na Praça da Estação, no Centro da capital.

Os defensores públicos Ana Cláudia Leroy, Cleide Aparecida Nepomuceno, Vladimir de Souza Rodrigues, Paula Regina Fonte Boa Pinto, Flávia Marcelle Torres Ferreira de Morais e Alexia Mara Teixeira de Souza, participaram, no último domingo (30/09), da 16ª edição da Parada do Orgulho LGBT de Belo Horizonte, cujo tema deste ano foi “Estado laico: sua religião não é nossa lei”. A manifestação reuniu, segundo a Polícia Militar, cerca de 15 mil pessoas na Praça da Estação, no Centro da capital.

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Os defensores Alexia Mara Teixeira de Souza, Vladimir de Souza Rodrigues, Flávia Marcelle Torres Ferreira de Morais, Paula Regina Fonte Boa Pinto, Ana Cláudia Leroy e Cleide Aparecida Nepomuceno divulgam o Mutirão do Casamento Homoafetivo durante a 16ª Parada do Orgulho Gay.

Debaixo de uma bandeira nas cores do arco-íris, símbolo do movimento LGTB, a multidão foi conduzida por dois trios elétricos pela rua da Bahia, em direção à avenida Afonso Pena, seguindo depois para a região da Savassi. Durante a manifestação, os defensores públicos fizeram a divulgação do Mutirão do Casamento Homoafetivo.
Casamento homoafetivo
No dia 11 de dezembro, a DPMG vai realizar o Mutirão do Casamento Homoafetivo. O objetivo é realizar conversões de união estável homoafetiva em casamento de forma administrativa. A expectativa é que sejam realizados 60 casamentos homoafetivos.a parada gay1
Defensores públicos divulgando o Mutirão do Casamento Homoafetivo

Em 2011, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) equiparou as relações entre pessoas do mesmo sexo às uniões estáveis entre homens e mulheres. Na prática, a união homoafetiva foi reconhecida como um núcleo familiar como qualquer outro.
Em maio de 2013, o Conselho Nacional de Justiça aprovou uma resolução determinando aos cartórios de todo o país que celebrem o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.


Transparência

O que é?

O objetivo dessa sessão é permitir o acesso transparente, rápido e fácil aos documentos e informações relacionadas à Execução Orçamentária e Financeira, Licitações, Contratos e Convênios.

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