Defensoria Pública de Minas Gerais

Igualdade e cidadania para todos


DPMG apoia o movimento mundial Novembro Azul 2014


Por Ascom em 3 de novembro de 2014

A Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais, pelo segundo ano consecutivo, adere à campanha “Novembro Azul”, que visa chamar atenção, diretamente, para a realidade atual do câncer de próstata em Minas e a importância do diagnóstico precoce.

Assim como outros prédios públicos, privados, monumentos em geral, a iniciativa de iluminar a Unidade I da DPMG na Capital com o tom de azul tem o sentido de mostrar, de modo masculino, a importância dessa luta.

À exemplo do Outubro Rosa, o Novembro Azul tem o objetivo de chamar a atenção dos homens com mais de 45 anos sobre o autocuidado, e em especial, sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata.

De acordo com o Ministério da Saúde, os homens têm mais doenças do coração, câncer, diabetes, colesterol e pressão arterial se comparado ao público feminino. O câncer de próstata é o tipo de neoplasia de maior incidência no sexo masculino, com alta prevalência em homens negros e com histórico da doença na família, e apresenta alta taxa de mortalidade. Um dos desafios é fazer o diagnóstico precoce, já que 10% dos pacientes que chegam ao serviço especializado já estão em fase avançada da doença.

Câncer de Próstata em Minas

O câncer de próstata é o tipo de neoplasia que mais mata os homens em Minas. Das 10.841 mortes por neoplasias ocorridas no sexo masculino, em 2012 no estado, 1.365 (12,6%) foram por câncer da próstata. Para 2014, a estimativa é que haja 7.990 novos casos de câncer de próstata no Estado. Um percentual de 24,5% dos 32.560 novos casos para todos os tipos de cânceres esperados para o sexo masculino.

Fatores de Risco

O único fator de risco bem estabelecido para o desenvolvimento do câncer de próstata é a idade. Aproximadamente 62% dos casos diagnosticados no mundo ocorrem em homens com 65 anos ou mais. A etnia e a história familiar da doença são consideradas fatores de risco, assim como os hábitos alimentares. Dietas com base em gordura animal, carne vermelha e embutidos apresentam evidências de aumento no risco de desenvolvimento da doença.

Um dos grandes desafios para o diagnóstico precoce é a resistência masculina em realizar os exames de prevenção. Além do exame de sangue que mede os níveis de PSA, o exame físico (toque retal) também é importante para a detecção de alterações na próstata que podem exigir investigação mais detalhada para o diagnóstico.

Fonte: Agência Minas (03/11/2014)



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