Defensoria Pública de Minas Gerais

Igualdade e cidadania para todos


Regional Triângulo II realiza mais uma edição do Mutirão Direito a Ter Pai


Por Ascom em 3 de junho de 2014

A Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais (DPMG) promoveu o “Mutirão Direito a Ter Pai” nas principais comarcas que compõem a regional Triângulo II – Araguari, Ituiutaba, Patos de Minas e Uberlândia. A ação, realizada no dia 30 de maio, integrou as atividades comemorativas da Semana da Defensoria Pública.

Defensoria Pública promove “Mutirão Direito a Ter Pai” em Araguari

Em Araguari, foi realizado “III Mutirão Direito a Ter Pai”. As atividades começaram com um café da manhã oferecido pela Instituição aos assistidos e autoridades presentes.

Durante o mutirão foram atendidas 154 pessoas, sendo realizados 39 exames de DNA, e oito reconhecimentos espontâneos de paternidade.

mutirão araguari

A Defensoria Pública ofereceu um café da manhã para os assistidos, autoridades presentes e profissionais que trabalharam no Mutirão

Ituiutaba: Exame de DNA realizado por meio da reconstituição genética

Em Ituiutaba, o 3º Mutirão Direito a Ter Pai realizou quatro reconhecimentos espontâneos de paternidade e 34 exames de DNA, sendo um por meio de reconstituição genética, em virtude do suposto pai ser falecido.

Durante o mutirão, a Defensoria ofereceu lanche para os assistidos que compareceram na sede.

O mutirão foi coordenado pelos defensores públicos de Ituiutaba: Francis Junio de Oliveira, Lupércio Carvalho Arantes e Mirian Luce Alves de Araújo e, com a ajuda dos estagiários e da servidora da Casa.

A iniciativa contou com o apoio da Associação dos Defensores Públicos de Minas Gerais (Adep-MG, Laboratório BioGenetics e Câmara Municipal de Ituiutaba.

Em Patos de Minas, o mutirão resolveu a situação de dezenas de pais, mães e filhos

Mais de 100 pessoas passaram pela sede da Defensoria Pública em Patos de Minas no dia 30 de maio, para o “Mutirão Direito a Ter Pai”. Foram realizados 27 exames de DNA e três pais reconheceram espontaneamente seus filhos, e ainda, 10 pedidos para ajuizamento de ações de investigação paterna.

mutirão_patos de minasSegundo a coordenadora local da Defensoria em Patos de Minas, Maria Emília Machado da Cunha, o índice de comparecimento das pessoas foi total. “Houve um caso em que a mãe indicou quatro possíveis pais e todos compareceram para a coleta do material genético. Em outro caso, o pai não pôde comparecer no dia do Mutirão, mas agendou para outra dará a coleta do material”.

O Mutirão Direito a Ter Pai em Patos de Minas foi coordenado conjuntamente pelas defensoras públicas Raquel Assunção Ivar do Sul, Maria Emília Machado da Cunha e Maysa Veloso de Castro Almeida e contou com a efetiva atuação dos defensores das demais áreas e dos servidores da Instituição.

A defensora pública Raquel Ivar participou de entrevista ao vivo, nesta quarta-feira (04), em rede local para falar sobre os resultados do Mutirão na cidade.

Clique aqui para ver a entrevista.

Uberlândia realiza a sétima edição do evento

A comarca de Uberlândia realizou a sétima edição do Mutirão Direito a Ter Pai. Em um único dia foram atendidas, aproximadamente, 1,3 mil pessoas. Foram realizados 144 exames de coleta de material genético, 32 reconhecimentos espontâneos e 110 agendamentos de ações de investigação de paternidade.

Nas seis edições realizadas anteriormente foram atendidas cerca de 4,8 mil pessoas. Foram realizados 618 exames de DNA, 241 reconhecimentos espontâneos de paternidade, 606 acordos de guarda, pensão alimentícia e visitas e propostas 569 ações de investigação de paternidade.

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Presentes na sétima edição do mutirão na comarca de Uberlândia a chefe de gabinete da DPMG, Maria Elizabeth Vitral Amaro, representando a DPG Andréa Abritta Garzon e o presidente da Adep-MG, Eduardo Cavalieri Pinheiro

mutirao_uberlandiaDe acordo com o coordenador da Defensoria Pública de Uberlândia, Fernando Orlan Pires Resende, um dos pontos positivos da realização da ação é garantir a celeridade de todo o processo, além de desafogar o Judiciário. “Uma ação de investigação de paternidade na Justiça pode levar até dois anos. No mutirão tudo é feito em apenas um dia”, afirmou.

Além disso, o defensor público ressalta que o mais importante é o reconhecimento da paternidade que possibilita a inclusão social e familiar, dando o alicerce não somente materno, mas paterno, também, à criança. “Este alicerce contribui para a prevenção da criminalidade, pois fortalece a família e a criança passa a ter referências que possibilitam mantê-la longe das drogas, da criminalidade e da prostituição”, completa.



Transparência

O que é?

O objetivo dessa sessão é permitir o acesso transparente, rápido e fácil aos documentos e informações relacionadas à Execução Orçamentária e Financeira, Licitações, Contratos e Convênios.

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